OS CACTOS, A FAUNA, A FLORA E A VEGETAÇÃO DE CAATINGA DA SERRA DO MORRO GRANDE

Por Cláudio André, publicado em 8 de agosto de 2019

Mesmo com chuvas abaixo do esperado, os cactos e bromélias se mantém vivos e acumulam água o suficiente para superar a estiagem do ano seguinte.

As bromélias são plantas tropicais e muito populares no Brasil, afinal elas apreciam ambientes com temperaturas entre 15 e 25 graus. São facilmente encontradas na Mata Atlântica, Floresta Amazônica e em campos de altitude. Não é difícil encontrá-las também em alguns locais da África.

O nim indiano é uma planta conhecida pelos nomes comuns de amargosa e nim também grafado como neem, segundo a transliteração inglesa), é uma árvore da família Meliaceae, com distribuição natural no sul da Ásia e utilizada na produção de madeira e para fins medicinais.

O nim indiano com suas folhas, frutos, sementes, casca e madeira têm diversas aplicações, tanto como fonte de materiais usados pela medicina, veterinária, cosmética, como na produção de adubos e no controlo de pragas. Nesse último quesito, tem chamado a atenção por ser excelente no controle biológico de diversas pragas e doenças que atacam plantas e animais no campo.

A pasta resultante da prensagem das sementes de nim vêm se mostrando um adubo orgânico promissor, desde que misturado a outras fontes mais solúveis de nitrogênio.

A caatinga e a beleza de sua flora. Mesmo em cima de rochas, mesmo em altitudes elevadas, as plantas nativas do bioma caatinga, consegue brotar e tornar o meio ambiente ainda mais bonita.

Ocupando o mesmo espaço o gravatá e a coroa de frade. Em toda a serra do Morro Grande tem essa mistura de vegetação.

A flora da Caatinga tem características peculiares, apresentando uma estrutura resistente e adaptada às condições áridas, por isso são chamadas xerófilas, ou seja, adaptadas ao clima seco e à pouca quantidade de água. … As singularidades da Caatinga resultam em uma fauna diversa composta por mais de 800 espécies animais.

Bem adaptada ao nosso clima semi-árido brasileiro essa planta é da família dos cactos, não necessita de muita umidade para produzir.

Com extensão aproximada de 900 mil quilômetros quadrados, o semiárido brasileiro é caracterizado por distribuição irregular de chuvas e ocorrência frequente de secas. Tais fatores climáticos são limitantes para a produção pecuária, mas o bioma caatinga possui diversidade de espécies vegetais, nativas ou adaptadas, que podem contribuir, de forma significativa para a alimentação dos rebanhos, seja como pastagem ou manejadas na forma de feno, silagem ou adicionadas nas rações.

Do cume da serra do Morro Grande fiz essa imagem… No horizonte está a serra do Quati e a geometria da estrada que da acesso a cidade de Iati.

A despeito de sua aparência árida, a caatinga possui uma grande biodiversidade que abrange diversas espécies vegetais com potencial de alimentar rebanhos. Nesse local há previsão da instalação de torres de energia eólica, devido a localização geográfica. Das três serras que ficam próximas umas das outras, a altitude varia de 600 a 900 metros.

Da serra do Morro Grande pude fazer essa imagem da serra de Ssnta Terezinha, onde tem uma ermida e a casa do padre Alfredo. Parece perto, por esse ângulo… Só parece… Estava há 10 km do centro da cidade de Bom Conselho.

Há um grande colorido de flores e plantas nativas da caatinga. Mesmo estando num clima de sertão, a beleza natural se espalha por todos os lados.

A riqueza da flora na região da serra de São Pedro. os produtores rurais têm variedade de plantas com distintas características, seja as chamadas leguminosas (espécies mais ricas em proteínas), gramíneas (úteis para formação de áreas voltadas ao pastejo), cactáceas e outras opções como a palma forrageira.

Algumas dessas espécies com melhor potencial forrageiro são as leguminosas gliricídia, leucena, sabiá e catingueira; gramíneas como os capins Buffel, Gramão, Massai, Tanzânia; cactáceas como xique-xique, mandacaru e palma forrageira. A caatinga sempre nos surpreende. Somente quem anda por ela compreende o que narramos aqui.

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Mais sobre:

Cláudio André

Cláudio André Santos, natural da cidade de Olho d'Água das Flores, sertão de Alagoas,formado em radiojornalismo, é poeta, blogueiro, radialista profissional (Reg.3059 - DRT-PE) e escritor. Tem doze livros de poesias e crônicas publicados. Premiado Pelo Ministério da Cultura em 2009 com o Projeto Cultural Minha Imaginação é um Poema. Estudou além Radiojornalismo, Francês e Filosofia. Membro efetivo da Associação Alagoana de Imprensa (Reg.678). Fundador da Rádio Olho d'Água FM, criador do Projeto Música na Escola e ex-seminarista. Show-man. Foi um dos fundadores e diretor-executivo da Associação de Blogueiros de Pernambuco (ABlogpe). Fundador do Sistema Online Poeta de Comunicação (Blog, Site, Studio, Lista telefônica, Rádio Web e TV Web). Trabalhou em mais de uma dezena de emissoras de rádio nos estados de AL, PE, SP. Tecnólogo em oratória, em técnicas de vendas e administração empresarial pelo SENAC. Tem várias premiações como repórter e blogueiro. Destaque na área do fotojornalismo. Criador do projeto ecológico/educativo Poeta Viagens e Aventura.

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